Universidade Lusófona | Lisboa PT

Universidade Lusófona | Lisboa PT

O Tapembol foi apresentado no 1º Congresso Líbero Americano de Desporto, Educação, Atividade Física e Saúde, pela Universidade Lusófona, em Lisboa, Portugal, pelos graduandos em Educação Física Souza da Costa, I., Caxeta da Silva, R., Ferreira Olanda, A., Tiengo Cristina de Oliveira, R., Fernandes da Silva, com o Tema: O tapembol como uma possibilidade de conteúdo básico na educação fisica escolar, com orientação do Instituto Federal do Sul de Minas.

O artigo foi publicado na Revista Gymnasium, de Educação Física, Desporto e Saúde.

O TAPEMBOL COMO UMA POSSIBILIDADE DE CONTEÚDO BÁSICO NA EDUCAÇÃO
FISICA ESCOLAR

Souza da Costa, I., Caxeta da Silva, R., Ferreira Olanda, A., Tiengo Cristina de Oliveira, R.,
Fernandes da Silva, F. Instituto Federal do Sul de Minas, Brasil.

Introdução: A educação física (EF) sofreu diversas alterações com o passar dos anos, e
atualmente tem como objetivo formar um cidadão capaz de posicionar-se criticamente
diante das novas formas da cultura corporal de movimento. O ensino médio por sua vez,
merece atenção, pois alguns estudos apontam uma progressiva desmotivação em relação à
EF, uma possibilidade pedagógica que pode ser inserida é o Tapembol (TPB) é baseado no
Handebol. Foi criado em Caeté/MG - em julho de 2007, na Escola Centro Educacional
Washington de P. e Silva, por meio de uma experiência do professor Marco Aurélio C.
Rocha. De uma simples brincadeira de “tapa na bola”, o aluno através do desejo de jogar
algo diferente surgiu um novo jogo que foi sendo construído coletivamente (ROCHA,
PRUDENTE E MEDINA, 2010). O presente verificou o nível de aceitação de alunos do
ensino médio em relação ao (TPB).
Metodologia: A amostra foi constituída por 516 alunos (202 meninos e 314 meninas) entre
15 - 17 anos de idade, matriculados no ensino médio das escolas estaduais de MG: O
trabalho foi dividido em uma sequência de 4 aulas. Onde a primeira aula se deu a partir de
observações do comportamento dos alunos, segunda aula foi feita a apresentação da
modalidade que continham informações sobre a criação, como se jogar e as principais
regras, Na terceira aula, foi aplicado o jogo propriamente dito. A aula foi de 50 minutos.
Resultados: Para análise de dados procurou-se identificar a satisfação dos alunos em
relação ao TPB e sua metodologia, através de um questionário. Além disso, foram feitas
filmagens de depoimentos de alunos para mensurar qualitativamente o nível de aceitação.
Os dados referentes à avaliação realizada pelos alunos sobre a modalidade TPB são
apresentados e percebe-se que apenas 2,71% (n=14) dos alunos entrevistados consideram
como ruim e 66,86% consideram a modalidade como muito boa (n=165) ou excelente
(n=180). Os valores absolutos de como os alunos avaliam a metodologia das aulas é de
parte dos alunos (73,25%) considera muito boa (n=163) ou excelente (n=215). Ficou
evidente a satisfação dos alunos, onde 90,11% responderam que gostaram (n=306) ou
gostaram muito (n=159) do jogo.
Discussão: Diante do exposto, nossos resultados permitem inferir que o TPB e sua
metodologia foram bem aceitos pelos alunos do ensino médio envolvidos nesse estudo, e
que esta modalidade pode ser uma excelente ferramenta pedagógica capaz de promover a
participação dos alunos.

Referências
Rocha, M., Prudente, P., MEDINA, A, (2010). Tapembol – um jogo para a educação física.
Belo Horizonte.
Melo, R., FERRAZ, O. (2007). O novo ensino médio e a ed. física. Rev. Motriz., 13, 2, 86-
96.


Conteúdos relacionados


  • Parceiros

    • Bolas Musa
    • Jornal Opinião
    • Ah! eu vi
    • Andrade Tean
    • IEPS
  • Redes sociais e Aplicativo

    • Facebook
    • Twitter
    • Youtube
    • Facebook